Jô ficando atoladinho.

1 07 2009

Durante uma fase da minha vida a insônia me tornou um telespectador assíduo do “Programa do Jô”. Adianto logo que não tenho nada contra o incensado apresentador… Só me irrito profundamente durante os momentos em que ele resolve engolir os entrevistados com suas piadas ensaiadas e comentários que extrapolam o limite do razoável. E vocês hão de concordar que naquel programa isso acontece quase sempre.

Por isso vibro de modo empolgante e me empolgo de modo vibrante (Rs!), toda vez que algum maluco senta a buzanfa naquele sofázinho bonito da rede Globo e trata de tirar o doce da boca do Jô. E era justamente aqui que eu queria chegar! O Juca Chaves, por exemplo, é uma dessas pessoas que costuma roubar a cena e deixar o Jô numa saia justa sempre que vai lá.

Mas aqui vai a querida bomba! Divido com vocês o meu preferido dos preferidos. Não só pela pessoa genial que é. Mas pela forma como vivencia à criação da arte e a arte da criação de maneira full-time. Por estar anos luz à frente do seu tempo. E por fazer Jô ficar mudinho ouvindo que o funk “tô ficando atoladinha” é genial porque guarda um “metarefrão microtonal polissemiótico”. Esse gênio, para o meu orgulho, é baiano… E se chama Tom Zé.

“Jô ficando atoladinho, Jô ficando atoladinho…” (Não podia perder a piada)



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2 respostas

1 07 2009
Pardal

Começando pela roupa que ele escolhe vestir para ser entrevistado.

2 07 2009

No último show dele no TCA, ele faz esse mesmo discurso. É so CD dele sobre a Bossa Nova. Fantáááássstico! Gabi, já te contei que ele no show da concha falou de Serginho e da mãe dele? Contei?
Enfim, ao outro Gabi, esse é o figurino dele do show. Todo inspirado na Bossa.

Como eu não sou Caetano eu posso falar: o cara é massa!

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