A(ll)my Loving.

28 07 2009

Decidi por esse lindo vídeo aqui pra ser compartilhado com vocês por dois motivos. Primeiro porque é a Amy e eu babo por ela. E ela está cantando Beatles! Uma das minhas canções preferidas dos garotos de liverpool. Segundo pela sacação do trocadilho do título desta postagem. Rs. Enfim… Acho que o John ficaria orgulhoso de ver isso! O Paul deve ter ficado. Eu fiquei.

E você?





Pequenas Epifanias.

27 07 2009

caio fernando abreu

O Caio Fernando Abreu é genialmente foda.





Desligue a TV.

24 07 2009

Dizem por aí que “uma imagem vale mais do que mil palavras”… Pois é, tive a sacação de filmar a idéia desse texto que fiz pro coletivo. E o resultado deu nisso daí que vocês vão ver agora. Desliguem a Tv. Apertem o play. Virem a página. Protestem. Gritem “Fora Sarney”. Foda-se se o Bonner irá te ouvir ou não. Basta que a sua consciência o ouça.





Olha, a corda.

23 07 2009

Não há um dia em que eu chegue aqui no trabalho, abra os jornais e esqueça de largar um “puta que pariu”… A editoria de “política” vem sempre recheada de absurdos suculentos. Cada dia uma calórica bomba de chocolate cai no congresso nacional. E a corrupção não para de engordar. E as contas bancárias do que sorriem por nossas costas não para de engordar.

Mas aí vai a pergunta… Até quando camarada? Até quando este sonambulismo permanente do povo brasileiro que levanta cedo pra pegar no batente vai durar? De que adianta acordar cedo, dedicar 8, 10, 12 horas por dia, produzir suor, para pagar a mesada do filho do Sarney? Para pagar o carro do neto do Sarney? Pra dar um emprego bacana para namorada do neto do Sarney?

Tem sido uma tarefa dolorosa pensar nisso e engolir o arroz com feijão no horário do almoço. Tem sido difícil pensar nisso e dar boa noite ao Bonner que encerra o jornal nacional todos os dias sorrindo e lhe desejando uma ótima noite. Tem sido difícil pensar nisso e rir dos pseudo-indianos que falam um português impecável e fluente numa India falsa e idealizada do Projac. Tem sido difícil. Mas isso tem que deixar de ser.

Vi recentemente que no dia 19/05 o Marcelo Tas publicou esta imagem que segue abaixo no blog, divulgando essa campanha do “Não reeleja ninguém”. A imagem está acompanhada de uma texto da Daniela Thomas que mostra sua indignação e convida todos a fomentar um debate coletivo. Precisamos participar mais. Ler mais. Gritar mais. Como faz o camarada Pardal no seu nome da cousa. Isso não pode continuar assim. Não mesmo.

Ajude você também!





Café Social Club.

22 07 2009

Recebi a ilustração hoje. O texto eu tinha lido, graças a bondade de Breno em compartilhar (Só o Google Reader salva!) diariamente as coisas interessantes que ele garimpa por esse ciberespaço sem fim. O texto foi escrito pelo sagaz Antônio Prata e mostra como não gostar de café pode se tornar algo amargo. Como é difícil você ser o único a não pedir. Como isso o torna anti-social aos olhares incrédulos de quem o ouve recursar um “expresso” ou um “ristretto”.

batente132

Como não?!
Por Antônio Prata

“Obrigado”, eu digo, recusando a xícara e, um pouco mais baixo, para evitar que a informação escape para além da minha mesa, alargando o diâmetro de minha infâmia, confesso: “eu não bebo café”.

O nobre leitor (ou leitora) que, como 99% das pessoas civilizadas, creio, gasta um bom quinhão de seus momentos sobre a Terra diante de uma xícara de café, não imagina a miríade de olhares que caem sobre mim, assim que assumo o meu, digamos, desvio. Vejo, por trás das pupilas dilatadas pelo susto, sentimentos tão vastos como a raiva e a compaixão, todos oriundos, acredito, da mais profunda incompreensão. “Como pode uma pessoa alfabetizada, de boa família, não tomar café?!”, pensam, entre um golinho e outro,sem chegar a nenhuma resposta.

Nós, os não bebedores de café, somos a escória da restrição alimentaria. Você pode não comer carne vermelha, não apreciar bebidas alcoólicas, pode até ser contra o açúcar refinado ou refrigerantes e, oferecendo explicações muito nobres, que vão do efeito-estufa à evolução de nossos sistema digestivo, ser perfeitamente aceito dentro da chamada “diversidade cultural”, mas àqueles que recusam uma xícara de café não existe tal benevolência, pois acreditam, os connoisseurs dos grãs torrados, que não se trata de gosto ou opção, mas de ignorância.

Tenho amigos do peito que, toda vez que saímos para jantar, insistem para que eu dê mais uma chance ao expresso ou capuccino de tal lugar. Não é que não gostemos, eles pensam, é que “não entendemos o café”. E, ah!, meus caros, como eu gostaria de compreendê-lo! Como eu adoraria passar tardes numas dessas mesas na calçada, tomando uma xícara, fazendo anotações num bloquinho, ou lendo um jornal, com a elegância de um filósofo francês. Eu concordo com meus acusadores. Vocês estão certos! Que literatura pode surgir diante de uma lata de Coca-light? Que lirismo existe na imagem de um homem tomando H2O, às três da tarde de uma terça-feira, no balcão da padaria? Que Simone de Beauvoir ou Maria Schneider pendurará sua capa de chuva na cadeira e estenderá um sorriso molhado a um sujeito que bebe uma Fanta-Uva? Light, ainda por cima.

Estou pensando em mudar de estratégia. Da próxima vez que recusar uma xícara e enfrentar a incompreensão da sociedade, vou dizer, sem pestanejar: “adoro café, mas fiz promessa. Só volto a beber no dia em que o Sarney não madar mais nesse país.” Como sabem os que bebem e não bebem café, não terei que aceitar a xicrinha tão cedo.





Muito Barulho.

20 07 2009


Demorei de tocar neste assunto. Mas nunca é tarde para corrigir uma falha que há tanto tempo vinha cometendo. Camaradas, você lembram daquelas histórias de que um grupo de amigos que se conheceu no colégio ou na faculdade resolveu se juntar para formar uma banda e tal? Pois é… Esqueça a banda. No coletivo “Muito Barulho Por Nada” um grupo de amigos resolveu se juntar com um único propósito: fazer barulho. Começou como uma brincadeira. Continua sendo. E espero que nunca o deixe de ser.

O nome MUITO BARULHO POR NADA, foi escolhido por nós porque além de fazermos uma honrosa e merecida menção ao mestre Shakespeare, é também uma forma de (não) deixar clara a despretensão que permeia esse projeto. No coletivo vale fazer barulho com tudo: música, prosa, poesia, literatura, cinema, teatro, conversas, risos, espirros, roncos e o que mais a improvisação nos sugerir. E o bacana são as trocas e os intercâmbios gerados constantemente entre os integrantes. Música de um, poesia do outro, interpretação do cicrano e foto do beltrano… E por aí vai.

Nem me senti constrangido de roubar e reciclar o texto da descrição do coletivo lá no Blog, porque fui eu mesmo quem escreveu aquele negócio. Rs. Portanto mesmo que eu quisesse, não conseguiria plagiar a mim mesmo. Seria o primeiro registro na história. Mas se quiserem me processar, eu agradeço. Quero aparecer sorrindo na capa de um jornal e estampar a primeira página com uma camisa do coletivo. hehe!

Clica na figura ou no link ao lado e ouça o Barulho!

“O resto é silêncio”, como diria o camarada Hamlet…





Swing latino.

17 07 2009
O camarada na sua versão BLaCk PoWeR!

O camarada na sua versão BLaCk PoWeR!